sexta-feira, 1 de julho de 2011

A exposição "Tarsila e o Brasil dos modernistas"



Data: 18 de junho de 2011
Local: Casa Fiat De Cultura - Rua Jornalista Djalma de Andrade, 1250 - Belvedere - Nova Lima.


Descrição do Evento:

A Casa Fiat de Cultura exibe de 10 de maio à 22 de julho a exposição Tarsila e o Brasil dos modernistas. Nós fomos acompanhar essa exposição onde são encontradas cerca de 140 obras, que tem como ponto de partida as obras de Tarsila do Amaral(1886 – 1973) que teve uma importância para o modernismo no Brasil,ela tinha uma visão modernista positiva, exaltando as características favoráveis e ao não pintar a face dos indivíduos representados em seus quadros, colocar todos como iguais e abordava os assuntos polêmicos vividos naquela época,a artista sempre defendeu a questão da brasilidade , mesmo indo para outros países estudar e pintar , sempre se orgulhou de sua nacionalidade.
Na exposição figuram outros artistas modernos que representaram a identidade brasileira, como Di Cavalcanti e Candido Portinari.Também há obras de artistas que abordaram este tema somente em uma parte de sua carreira, como Cícero Dias, Lasar Segall, Vicente do Rego Monteiro e Victor Brecheret. Também tem obras de artistas que abordaram o tema, seja por uma questão geográfica, seja por curiosidade nesse grupo encontram-se  Alberto da Veiga Guignard, Ismael Nery, Oswaldo Goeldi e Flávio de Carvalho. Dentre as obras vão desde pinturas, esculturas, desenhos e ilustrações, têm como tema o Brasil e tentam fazer uma representação visual de seu vasto território e culturalmente heterogêneo.


Comentário Crítico:

A exposição nos remete uma forma de conhecer melhor o modernismo brasileiro naquela época, que era marcado por uma liberdade de estilo e aproximação da linguagem com a linguagem falada. Os artistas ao produzirem essas obras procuram reivindicar o modernismo no Brasil, porque eles defendiam seus interesses coletivos e que acarretaram nas mudanças sociais rápidas reconstruindo a imagem do brasileiro de si mesmo.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Programa Jovem Músico BDMG


Local: Palácio das Artes  -  Avenida Afonso Pena, 1537       Dia:19/05/2011


Descrição do Evento:

O Palácio das Artes está apresentando o Programa Jovem Músico BDMG,essa iniciativa vem com jovens músicos,que tem a oportunidade de mostra-lhes o seus dons artísticos na música e emocionar a plateia. Para esse programa no dia 19 de maio se apresentaram os jovens de música erudita: Everton Maia de 15 anos que é violinista, Breno Terra de 21 anos e Alef Caetano de 17 anos que formam um dueto no violão e flauta, Maria Emília Dutra de 22 anos flautista mineira, é graduada pela Universidade Federal de São João Del Rey e Victor Santana pianista de 21 anos, seu programa tem Musicas de Mosart W.A a Sonata KV332.Serão Secionados quartetos, trios, duos e solos, para apresentações ao longo do ano. Com classe determinação os jovens músicos se apresentaram muito bem , inspirando ás pessoas de todas as idades á se submeterem ao gosto clássico da música . O evento muito silencioso aonde só se ouve o som que o instrumento desenvolve . Os jovens músicos também foram presenteados com um diploma ou uma conclusão de um determinado curso ou especialização musical . Piano , flauta , violão , são usados para uma forma de música clássica .Vale a pena prestigiar o espetáculo,porque é uma iniciativa cultural,que incentiva os jovens a terrem o gosto pela música.


Comentário Crítico:

Nesse evento dar pra ver o quanto é a importância do som, da voz, da palavra na harmonização dos ser e sua religação com sagrado por uma releitura da fonoaudiologia.O prazer de ouvir o ritmo sons de cada instrumento,e se sentir-se num lugar que só se ouve os sons dos instrumentos musicais.Dá pra notar também que os jovens músicos utilizam da cifras para darem ritmo, suavidade,graves,agudos dos sons que os instrumentos utilizavam no programa.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Caminhada Cultural Arquitetônica de BH

Data: 7 de maio de 2011


Descrição do Evento:

Primeiramente o início da caminhada foi no Viaduto Santa Tereza foi uma obra modernista da capital mineira que faz parte do conjunto arquitetônico da Estação ferroviaria,do Edifício Chagas Dória que foi um ponto culminante da extremidade leste do viaduto Santa Tereza e faz parte do conjunto do viaduto a Serraria Souza Pinto e,com seu Museu de Artes e Ofícios.O viaduto foi construído em 1929,que tem como características arquitetônicas os pisos quadriculadas e as luminárias que foi um dos carateres da época moderna naquele período.Tem como importante os arcos parabólicos, que foi a parte mais importante e difícil do projeto, que consumiu 700 metros cúbicos de concreto e que, na época, era a maior construção de concreto armada na América Latina, a 14 metros de altura.E teve o objetivo de ligar os bairros Santa Tereza e Floresta ao centro de Belo Horizonte.


 
O Complexo da Estação Ferroviária a estrada de ferro que chegou todo o material necessário para a construção da nova capital das Minas Gerais. Em 1888, Belo Horizonte ganhou primeiro relógio público da cidade, no alto da torre da estação.O prédio da estação fica a maquete de ferreomodelismo, uma representação de mini-ferrovia.



A Estátua do “Peladão” foi um Monumento da Terra Mineira, estátua de bronze que homenageia os heróis da Inconfidência.



A praça Rui Barbosa,destacam-se na praça três conjuntos de estátuas em mármore, um representado as quatro estações, outro dois leões e dois tigres e um terceiro de Ninfas situado numa fonte.Tem também a agradável alameda cercada por palmeiras imperiais e fontes de água da recém reforma na Praça.



Caminhamos e chegamos a Igreja São José,que tem como suas características escadarias monumentais, abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério, além de um órgão de tubos.A localização do signo de escorpião está na quarta coluna da direita da igreja,entre os signos de libra e sagitário.



Prédio da Prefeitura é caracterizado pela forte tendência á geometrização, salientado pela imponência de seu torreão lateral esquerdo, vazado por grandes vitrais de concreto armado,homens do lado direito do prédio e colunas que sustentam o prédio e dão mais beleza ao prédio.



A igreja da Boa Viagem faz parte da história de Belo Horizonte. A construção começou em 1913.Em 11 de fevereiro de 1921, antes que as obras terminassem, a igreja em construção foi transformada em Catedral pela Arquidiocese de Belo Horizonte,a catedral abriga vitrais de grande beleza e seu altar-mor é todo trabalhado em mármore de Carrara.O lavabo esculpido em pedra-sabão, no lado direito da Catedral. Monumento Nacional, o lavabo pertencia a antiga Matriz, demolida para a construção da nova.
 



Perguntas à feirante Elma :

1 – Qual o motivo de vocês (feirantes) venderem essas peças ?

Nós gostamos muito de vender, vendemos para a nosso sustento e para poder manter a história.´´Cada colecionador guarda dentro de casa um pedaço da história ! ``

2 – Quem fundou(deu origem) a feira ?

O Prefeito Maurício Campos em seu mandato deu origem a feira, os artesãos que vendiam para antiquários, passsaram a vender na feira.Os antiquários que tinham lojas não poderiam participar da feira.Os antiquários que não tinham lojas tiveram a oportunidade de participar da feira,esses compravam artefatos do interior,eles ganhavam a oportunidade de trabalhar e ganhar mais dinheiro.

3 – Na época do Regime Militar, qual era o comportamento dos militares perante a feira ?

Os militares apoiavam a feira, eles eram a favor do enriquecimento intelectual.Eles conhecem muito a história do Brasil,por são obrigados a conhecer os antepassados do Brasil.O gereral Leonidas Pires que era ministro já foi meu cliente por muitos anos,muitos militares daquela época foram nossos clientes.

4 – Qual o artefato mais antigo da feira ?

Existem muitos artefatos antigos na feira, os mais antigos são as imagens que nos foram doadas por pessoas comuns, essas imagens são do século XVI, XVII e XVIII.

 

O palácio da Justiça é um estilo neoclássico que fica na avenida Afonso Pena,o palácio parece um teatro.As características arquitetônicas do palácio são os pilares(capitéis) que o sustenta,e nele é cheio de penduricários,ordens compósita e ordens jônica.



Comentário Crítico:

Sobre essa caminhada observamos que as construções antigas fazem parte da história de Belo Horizonte,não só porque elas são belas,mas porque essas construções antigas tem história para nos contar.E também com essa caminhada ganhamos conhecimento sobre  arquitetura que é uma arte visual que nos permite a intervenção do meio ambiente sobre essa construções,como a argila,o mármore.E aprendemos sobre os tipos de arquitetura que podem conter em uma obra.

domingo, 17 de abril de 2011

Apresentação do Grupo Trampulim, No espetáculo "Invasão de Palhaços e Todos os Outros"



Data: 9 de abril, às 10h.
Local: Feira Tom Jobim (Av. Bernardo Monteiro: próximo ao Colégio Arnaldo)




Descrição do Evento


No dia 09/04 nós fomos ao espetáculo do grupo Trampulim, na feira Tom Jobim.
O espetáculo se resume em uma invasão de palhaços, que se reunem em um palco que existe na feira, os palhaços se apresentaram dizendo seu nome e também fazendo uma coisa particular deles ( pulos, danças e etc..) e os outros repetiam estes atos.
Os palhaços eram  muito interativos com o público, por varias vezes eles desciam do palco para sentarem junto a platéia, faziam brincadeiras com as pessoas, se divertiam com a platéia. Alem de serem bons humoristas, eles também demonstravam habilidades com instrumentos musicais.
Ao final da apresentação no palco, eles foram descendo pela feira e o público os perseguia.Essa perseguição perdurou até o final da apresentação onde eles se despediram.      


Comentário Crítico


O teatro de rua é uma modalidade teatral em que os atores utilizam o improviso(o corpo e a voz). Na rua, a relação entre atores e platéia é muito diferente. Não existe a caixa cênica. Tudo é encenado junto ao público, que tem uma participação maior e pode até influenciar o andamento do espetáculo. A rua permite esse leque de opções, de adaptações.
No espetáculo eles usaram varios elementos artisticos como a dança,a música,o teatro(humor e capacidade de criação), proucurando se misturarem ao público de idades varidas , crianças , jovens , adultos e idosos , nos fazendo sentir o lado bom do teatro.

terça-feira, 29 de março de 2011

Amostra de cinema e cultura do Palácio das Artes



Local: Palácio das Artes  -  Avenida Afonso Pena, 1537       Data:25/03/2011



Descrição do Evento:

O Cine Humberto Mauro apresenta entre os dias 23 de março e 03 de abril a mostra Kenji Mizoguchi. O filme que assistimos é A Nona Saga do Clã Taira, que retrata a dinastia em Kyoto no Japão no século XII.Naquela época a sociedade era dividida em dois impérios,ou seja,o clã de Taira e o clã de Genji. Samurai Kiyomori  descobre que Tadanori(lider do clã de Taira) é seu pai.O clã de Taira entra em ascensão econômicamente,sua vitória,não é festejada pelos membros da corte(clã de Genji) que temem o crescente poderio dos samurais.Para a guerra entrar em diclínio,os monges matam Tadanori para atingir o Samurai que luta contra os monges e os derrotam.

Comentário crítico:

A amostra de cinema de Kenji Mizoguchi nos relata um período de batalhas,conflitos familares e sangrentos que pode ser caracterizado como a "arte da guerra".Proporciona também a diferença econômica entre familias,no qual os mais pobres era submetidos a escravidão e ao trabalho forçado.Os custumes e culturas que eles tinham (como clãs,guerras e samurais) era completamente diferente a do mundo de hoje em dia.Uma das setes artes,o cinema proporcionou aos personagem a expressarem seus sentimentos e emoções no filme.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Visita a Bienal do Palácio da Artes






Local: Palácio das Artes  -  Avenida Afonso Pena, 1537       Data: 19/02/2011



Descrição do Evento:
      
       No Dia 19/02/2011 nós fomos ao Palácio da Artes para acompanhar a 29ª bienal de São Paulo que fala sobre a arte na política.A bienal mostra telas que mostravam ilusões,em uma tela era possivel ver 2 desenhos,elas não revelavam a realidade e sim ilusões.Também passava um video falando sobre a extinção da arte,falava que existia uma regra ( a cultura) e uma exceção (a arte).Uma frase nos chamou a atenção,essa frase era “A regra era desejar a morte da exceção”. Em uma outra sala nos vimos como a arte pode transformar as pessoas,elas usam a arte para a ostentação de pessoas que julgam a beleza da arte acima dos valores morais.
       A exposição retrata os regimes totalitários,que eles usavam da arte para demonstra o poder sobre o país,que tinham preconceito com os pobres,e que naquela época não se tinha liberdade de expressão.
       No geral,é uma ótima exposição,onde se aprender muito com INTERESSE,pois não espere chegar lá e ter tudo de “mãos beijadas”.Uma exposição que amplia o conhcimento sobre a arte em diversas áreas.



Comentário crítico:
       A arte não tem uma definição geral.Para se aproximar da arte precisamos saber em que tempo surgiu a arte,em uma cultura.O que mais nos chama a atenção sobre a arte é que ela retrata o real e o irreal.A arte está sendo extinta, porque a cultura não permite que a arte sobreviva em nossa sociedade,sendo caracterizado pela seguinte frase,
“A arte em nossa sociedade não é bela,é maldita,odiada por todos”.
       As pessoas hoje em dia,fazem a arte se tornar inútil (sem função),eles usam dessa inutilidade para retirarem lucros quando tomam a arte como mercadoria.
       A arte pode ser revelada pela beleza,pela verdade,pela forma e pela expressão.Entendemos que a arte é uma forma especial de conhecimento ou de crítica.